Ator de O Clã

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Sobre Peter Lanzani que atuou em “O Clã”

Peter Lanzani já trabalhou em alguns sucessos 2008-Leonera, 2010-Abutres, 2012-Elefante Branco. O argentino Pablo Trapero lançou o novo filme com Peter Lanzani: O clã.

A história é baseado na Famílio Puccio, que depois de sequestrar matou todos os filhos de famílias ricas da cidade de San Isidro, uma região muito rica de Buenos Aires.
O filme bateu recorde de público na Argentina, ultrapassando os números de Relatos Selvagens, com mais de 500mil ingressos vendidos.

O longa tem como protagonista Guilhermo Fancella, uma grande ator argentino, que também atuou em O segredo dos seus olhos, ganhador do oscar de melhor filme estrangeiro no ano de dois mil dez.
O Clã tem a atuação no papel de Alejandro o ator Peter Lanzani, ele é o primogenito de Arquimedes Puccio. Peter começou atuando em Chiquititas, também esteve presente em Quase anjos e Aliados, em paralelo tem sua carreira musical com a banda Teen Angels. Lanzani atualmente se dedica ao teatro, e teve sua estréia no cima com o filme Trapero.

Lanzani esteve no Rio para a sessão de gala de O clã, realizada na segunda-feira 12, no Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro, e contou ao site festivaldorio sobre a experiência e como foi encarnar um personagem tão polêmico da história da Argentina.

Sobre Pablo Trapero como foi trabalhar com ele?

Fantástico, ele é um diretor incrivelmente talentoso, é muito bom no que faz. A energia e paixão são tão grandes pelo seu trabalho, que contagia todos no set e sendo determinante.

Na sua carreia alguma vez teve a oportunidade de trabalhar com  Guillermo Francella?

Com ele não, só com o filho dele o Nicolás, que é muito amigo meu, mas já o conhecia e entre o fim de 2014 e o começo desse ano pude conhecê-lo como pessoa e também seu talento.

Como se preparou para o personagem Puccio?

A interpretação foi difícil. Chegar às densidades e aos climas que surgem no filme. Foi uma honra e um prazer fazer esse trabalho. Tentamos  contar a história da maneira mais real possível e fazemos o nosso melhor com certeza

Uma coisa que ajudou muito foi que desde 2007 o Pablo se dedicou a pesquisa sobre a história, encontrou com pessoas, buscou reportagens e material de imprensa, e também documentos da época do processo.

Na minha parte li livros, assisti a documentários e conversei com gente que conhecia Alejandro. A partir disso passei a ajustar os tons e enquadrar essa relação de pai e filho, como ela vai acontecendo para levar até a loucura e terminar sequestrando e matando pessoas.

Como tem sido a reação do público na Argentina?

Incrível, a recepção na Argentina não poderia ser melhor, realmente um grande sucesso. Estamos batendo recordes. Muitas pessoas já viram o filme e gostaram muito. O mesmo aconteceu no Festival de Veneza e em outros festivais de que o filme está participando, esperamos que seja igual no Rio!

fonte: festivaldorio.com.br

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Filmes Vencedores de 2015

O grande vencedor do Festival do Rio
‘Boi Neon’

O Filme Longa do diretor Gabriel Mascaro ganhou outros 3 prêmios.

O  vencedor da 17ª edição do Festival do Rio fime ‘Boi Neon’, do diretor Gabriel Mascaro.
Também levou prêmios de Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Roteiro e Melhor Fotografia. Aconteceu no espaço BNDES no centro do RIO.

foram 13 filmes concorrendo ao principal prêmio do festival. “Nise – Coração da Loucura’, do diretor Roberto Berliner, foi eleito pelo voto popular como o melhor longa-metragem de ficção.

Longas-metragens de Documentário
Premiado pelo juri:”Olmo e a Gaivota”das diretoras Petra Costa e Lea Glob
Voto Popular : “Betinho A Esperança Equilibrista”, do diretor Victor Lopes.

Curtas-metragens
Premiado pelo Juri: “Pele de Pássaro”, de Clara Peltier.
Voto Popular: “Até a China”, de Marão.

Novos Rumos – A categoria que da prêmios para  a nova geração de diretores.
Longa-metragem: “Beira-Mar”, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon. “Jonas”, de Lô Politi.
Curta-metragem: “Outubro Acabou”, dos diretores Karen Akerman e Miguel Seabra Lopes.

Segue a lista completa dos competidores do Festival 

Quem apresentou a noite foi os atores Otávio MüllerZezé Polessa. O júri principal foi formado pelo presidente Walter Carvalho; Christian Sida-Valenzuela, diretor executivo do Festival de Cinema Latino Americano de Vancouver; Alan Poul, produtor e diretor nos Estados Unidos; Pape Boye e Vivian Ostrovsky.

O júri que escolhei os prêmios da categoria Novos Rumos, foi composto pela presidente Rosane Svartman; Diana Almeida, produtora; Karen Sztajnberg, editora e roteirista; e a atriz Natalia Lage.

Foram exibidos filmes de 60 países entre 1º e 13 de outubro, na cidade do Rio, e as mostras foram dividas por categoria. Também tiveram 41 longas e 19 curtas brasileiros na programação desta edição.

Premiados posaram para foto após anúncio de todos os vencedores da 17ª Edição do Festival do Rio (Foto: Marcelo Elizardo / G1)

PREMIÉRE BRASIL
MOSTRA DE LONGAS-METRAGENS DE FICÇÃO:

“Boi Neon”, de Gabriel Mascaro, 101 min (PE)
Prêmio de Melhor Longa-Metragem de Ficção eleito pelo Júri Oficial
Prêmio de Melhor Roteiro – Gabriel Mascaro
Prêmio de Melhor Fotografia – Diego Garcia
Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante – Alyne Santa

“Nise – Coração da Loucura”, de Roberto Berliner, 109 min (RJ)
Prêmio e Melhor Longa-metragem de Ficção eleito pelo Voto Popular

“Campo Grande”, de Sandra Kogut, 109 min (RJ)
Prêmio de Melhor Montagem – montador Sérgio Mekler

“Quase Memória”, de Ruy Guerra, 95 min (RJ)
Prêmio Especial do Júri

“Califórnia”, de Marina Person, 85 min (SP)
Prêmio de Melhor Ator Coadjuvante – Caio Horowicz

“Mate-me Por Favor”, de Anita Rocha da Silveira, 101 min (RJ)
Prêmio de Melhor Atriz – Valentina Herszage
Prêmio de Melhor Direção – Anita Rocha da Silveira

“Aspirantes”, de Ives Rosenfeld, 75 min (RJ)
Prêmio de Melhor Ator – Ariclenes Barroso
Prêmio de Melhor Direção – Ives Rosenfeld
Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante – Júlia Bernat

Também competiram “A Floresta Que se Move” (RJ), de Vinícius Coimbra; “Beatriz”, de Alberto Graça (RJ); “Introdução à Música do Sangue”, de Luiz Carlos Lacerda (RJ); “Mundo Cão”, de Marcos Jorge (SP); “Órfãos do Eldorado”, de Guilherme Coelho (RJ); “Tudo que Aprendemos Juntos”, de Sérgio Machado (SP).

MOSTRA DE LONGAS-METRAGENS DE DOCUMENTÁRIO:

“Olmo e a Gaivota”, de Petra Costa e Lea Glob, 82 min (SP)
Prêmio de Melhor Longa-Metragem de Documentário – eleito pelo Júri Oficial

“Betinho – A Esperança Equilibrista”, de Victor Lopes, 90 min (RJ)
Prêmio de Melhor Longa-Metragem de Documentário – eleito pelo Voto Popular

“Futuro Junho”, de Maria Augusta Ramos, 100 min (RJ)
Prêmio de Melhor Direção

Também competiram “Cordilheiras no Mar: A Fúria do Fogo Bárbaro”, de Geneton Moraes Neto (RJ); “Crônica da Demolição”, de Eduardo Ades (RJ); “Marias”, de Joana Mariani (SP);
“Mario Wallace Simonsen, Entre a Memória e a História”, de Ricardo Pinto e Silva (SP).

MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS:

“Pele de Pássaro”, de Clara Peltier, 15 min (RJ)
Prêmio de Melhor Curta-metragem

“Até a China”, de Marão, 15 min (RJ)
Eleito pelo Voto Popular

Também competiram “Cumieira”, de Diego Benevides (PB); “Fantasia de Papel”, de Tetê Mattos (RJ); “Guida”, de Rosana Urbes (SP); “Mar de Fogo”, de Joel Pizzini (RJ); “Marrocos”, de Andrea Nero e Iajima Silena (SP); “Olho-Urubu”, de André Guerreiro Lopes (SP); “Serra do Caxambu”, de Marcio Brito Neto (RJ); “Som Guia”, de Felipe Rocha, 15 min (RJ).

NOVOS RUMOS – longas-metragens

“Beira-Mar”, de Filipe Matzembacher & Marcio Reolon, 83 min (RS)
Melhor Longa-metragem

“Jonas”, de Lô Politi, 90 min (SP) (recebeu o prêmio especial do júri)
Prêmio Especial do Júri

Também competiram “A Morte de J.P. Cuenca”, de João Paulo Cuenca (RJ); “A Seita”, de André Antônio (PE); “Clarisse ou alguma coisa sobre nós dois”, de Petrus Cariry (CE); “Ralé”, de Helena Ignez (SP).

NOVOS RUMOS – curtas-metragens:

“Outubro Acabou”, de Karen Akerman, Miguel Seabra Lopes, 24 min (RJ)
Melhor Curta-metragem

Também competiram “Escape From My Eyes”, de Felipe Bragança (RJ); “Imóvel”, de Isaac Pipano (RJ); “Tarântula”, de Aly Muritiba e Marja Calafange (PR).

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Looks do Festival do Rio

Confira a galeria de todos os looks dos Festivais dos Rios. Do clássico, ao moderno e sempre tem o alternativo. Qual você mais gosta?

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O pretinho basico ganhou muito espaço, apesar de que básico não tinha nada. Thaila usou um comprimento incrível, com um corte mulet, as transparências na parte de cima ganharam a atenção e transformaram o look em um preto na básico. Alguém precisa dizer que o batom se destacou de um jeito incrível? Esse vermelho mate ficou perfeito.

Sabrina Sato estava iluminada! A cor clara com um tecido de seda e o cabelo castanho fecharam em um look iluminado, as rendas e os florais do vestido ficaram incríveis. Sá, arrasou.
O corpeet branco combina perfeitamente com o festival na minha opinião. Ele tem o glaumor necessário, e a sua cota de estilo fashionista. Arrasou com a calça preta de tecido brilhoso.

Quem ganhou o destaque para mim foi a Paola Oliveira, achei o look despretensioso e arrojado. O coque e o batom deram elegância. Paola nunca foi na minha opinião a melhor atriz mas em beleza indiscutivelmente perfeita.

Conforme os festivais forem acontecendo vou incluindo as fotos dos look aqui. Será legal inclusive para comparar aos anos.

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